Quando se tem 10 pra 11 anos e
mora em uma cidadezinha do interior em uma rua de paralelepípedo a vidaé tranquila ,aescola , os amigos a bolinha de gude fazem
parte dela. A minha vida não era diferente, jogar bola na rua, brincar de
pegador, mãe da rua, queimada eram sempre a diversão de quase todos os dias no
comecinho da noite. Eu morava na *Rua do Pescador 459 *subia uma rua e lá estava eu brincando com os amigos e
na esquina morava ela, uma menina de olhos claros, cabelos claros , era só ela
aparecer que os batimentos aceleravam, Byrds era a música da vitrola e a
felicidade era minha amiga....
Agora pouco estava me lembrando das serenatas que fiz e pra quem fiz. Me lembrei das gafes, das janelas erradas, do juizado de menor levando o violão- Eu tinha 12 anos , um parceiro de seresta era o Gordo Moraes, a cidade era Itapira. Onde já se viu, 2 moleques, às vezes 3 , saindo de madrugada pra fazer serenata? As meninas deixavam doces no beiral da janela. As vezes dava errado também, pois tinha vizinho que não gostava do barulho, não sei se tocávamos e cantávamos mal, ou se eles tinham que acordar cedo no dia seguinte. Ah, corremos de cachorro também...
Ps. Algumas vezes os *dimaior* me pediam emprestado lá em casa pra eu ir tocar violão para eles em serenatas, as mulheres pra quem eu tocava eu não sei quem eram...*eram idosas para mim* (pensando, elas deviam ter 22 a 25 anos) o dobro da minha idade.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Foto do começo dos anos 80 ( Festival de Música em Itapira)
Beto Passarela- Wardinho, Bitenka, Gustavo e eu/Kalau
Não me lembro quando foi a primeira vez que fui passear no parque, mas me lembro de caminhar ali na beira do precipício, aquilo era enorme. As sombras eram dos birizeiros, o chão era cheio de sementes, haviam também pés de jatobá. Eu vi a imensidão, a praça da arvore era no infinito e hoje está tão perto. Aquele precipício se tornou um morro fácil de escalar- Quantas vezes não fui até o Cruzeiro, hoje fechado por grades- ficava ali olhando o horizonte e às vezes era possível ouvir gritos dos pacientes do bairral. Uma vez eu vi alguns internos correndo pela rua , haviam fugido de lá, eram os chamados "loucos" confesso que tinha um certo receio de passar ali perto quando criança. Na época do primário no Julio Mesquita era comum depois da aula dar uma andada por ali. Tinha o posto de puericultura ali em frente , um prédio interessante, não sei se ainda existe. No meio do parque haviam muitas arvores e mangueiras, também me lembro de apanhar mangas por lá, bons tempos de quem teve a chance de passear tranquilo sem sequer pensar em ser incomodado por algum bandidinho vagabundo. Compus uma música para homenagear o parque- é só clicar no link para ouvir. Algumas pessoas contribuíram com fotos, os nomes estão ao lado direito das imagens.
Pra começar a falar sobre os Microns eu preciso voltar ao primeiro
ano escolar na escola Júlio Mesquita em 1959/1960, foi quando comecei a estudar, aprender a ler , escrever e aprender
a andar sozinho pela cidade- Era um caminho curto , umas 7 quadras, da rua do Pescador até o Julio Mesquita, mas quando
se tem 1.30 de estatura , tudo fica muito mais longo. Foi ali que comecei a
aprender a ser gente. Foi ali que conheci amigos que conservo até hoje. Minha
primeira professora foi dona Lucia
Barreto. Sempre fui bom aluno, nunca fui CDF, mas sempre fui de prestar
atenção na aula para não precisar estudar
em casa e sempre me dei bem me portando assim. Morria de medo quando via
o Sr Hiládio andando pelos
corredores da escola, era sinal que íamos tomar algum tipo de vacina ou
injeção. BCG todos tiravam de letra, mas
a famosa antitetânica, essa era de doer, mas não tinha jeito, tínhamos que
ser vacinados (ainda bem) . As cadeiras,
ou melhor, carteiras , como eram chamadas eram ocupadas por 2 alunos e meu
primeiro companheiro de carteira foi um dos Microns , o Gustavo, Luis
Gustavo Giovelli, um moleque ruívo que entortava a boca quando escrevia (
ele não se recorda disso, mas eu sim) Nos tornamos grandes amigos e sempre caíamos na mesma classe até chegarmos no IESO (ginásio) fiz mais amigos
ainda e muitos deles já vinham do Júlio Mesquita. No ginásio é que pintam
as meninas na vida dos meninos e na minha vida não foi diferente, é ali que
começam os primeiros namoricos.
Em 1965, eu tocava com os REBELDES, Guto Piva, Eu, Picão Moisés , Keko Piva, Mano Colferai Fernando Riberti (ordem da foto) Foi meu primeiro conjunto, tinha 12 anos- Fazíamos sucesso no programa de rádio aos domimgos ao vivo as 11 da manhã transmitido direitamente da Sociedade Operária, sob o comando de Dácio Clemente. Éramos também ponto alto na Barraca do Lopes na festa de maio.
Foto cedida por Fernando Riberti
Creio que tenha eu tocado 1 ano e pouco com eles , até junho ou julho de 1966. A partir dai comecei a me encontrar novamente com o Gustavo Giovelli que havia voltado do Seminário em Rio Claro, eu acho e fazíamos um duo, ensaiávamos quase todos os dias na sua casa, ao lado do largo do Riachuelo- Era sempre uma festa, regada a água com gás e groselha da venda do Hortêncio Cavenaghi - Era comum no começo de noite ficarmos tocando violão ali no largo sempre rodeado da moçadinha que vinha de vários cantos da cidade. As meninas do riozinho, do tola cavalo, do são benedito, não vou citar nomes porque posso esquecer de alguns, mas quem ler e esteve por lá, certamente se lembrará. Em um momento montamos um conjunto que deve ter durado um mês, tocamos uma vez na casa da Selma , os Moicanos, eu Gustavo Giovelli e Aquiles Miranda na bateria. Passada essa euforia dos Moicanos, surge ali no Riachuelo morando com sua avó, Waldemar Razzo Filho, não demorou pra termos mais um elemento na banda, eu e Gustavo tocando guitarra e o Wardê no contrabaixo. Eu ainda morava na rua do pescador e sempre me encontrava com o Guinesi ali em frente a caixa econômica , ele ia na casa da avó e tocávamos violão , acho que só tinha uma música no repertório Blue Star. Queria ele no conjunto, mas não teria lugar pra mais uma guitarra, então fiz a proposta se ele queria tocar bateria, ele nunca havia sentado em uma bateria, ele concordou. Não tínhamos bateria, arrumamos uma caixa de bateria, as baquetas no incio eram 2 pentes, isso mesmo , pentes, que pegamos da mãe do Gustavo, a saudosa dona Ivonete, que tinha um salão de cabeleireiro ali na garagem da casa dela. Um tempo depois um tio do Guinesi que morava em uma cidade vizinha tinha uma bateria e a emprestou pra gente - O Guinesi sentou pela primeira vez em uma bateria e tocou como se já tivesse estudado há anos- quem viu algum dia ele tocando sabe o QUANTO ele toca. Então estava formado os Microns.
Guinesi, Eu, Waldemar e Gustavo - Foto tirada em 1967 na barraca do Lions durante a festa de maio.
Não demorou pra gente começar a fazer sucesso na cidade. Tocávamos nos bailinhos da dona Cida Giovelli em prol formatura, jantares do Lions, Grêmio Estudantil, aniversários de 15 anos e outros, ah, até em um casamento japonês nos tocamos. Nosso repertório era basicamente de músicas estrangeiras.Tínhamos um empresário , mais uma criança na banda, Gordo Moraes, esse mesmo, primo do Guinesi e virou empresário, ensaiávamos no Cine Rádio que era do avô do Gordo. Em 68 entrou mais uma pessoa no conjunto , Nando Sabag que veio a ser o cantor do conjunto, junto com o Waldemar. Nosso repertório cresceu com a chegada dele, seu irmão ,João Law e Adilson Bittar tiravam as letras ouvindo a rádio BBC de Londres, depois conseguíamos os discos nos reuníamos na casa do Nando e tirávamos as músicas na vitrola enorme Telefunken
e montávamos os repertório. Algumas das músicas- Started a Joke, F.comme Femme, The End, Atlantis, Time is on my side, Georgia on my mind.
Comecei a estudar violão com 10
ou 11 anos, tudo porque meu vizinho, Fernando Fernandes, ganhou um violão e eu quis um também. Não sei sei ele estudou- Era duro ir duas vezes por semana ter aulas com o professor Ramonda
, além de relojoeiro, ele dava aulas de música- Eu detestava estudar música, eu
queria tocar violão, era muito chato estudar solfejo, escrever notas no caderno
pautado , levar o violão na aula e não tirar da capa, era frustrante. Consegui
ficar uns 6 meses e desisti , não que ele era um mau professor, era muito bom, sço que eu queria tocar.Sai e fui estudar com Zizinha Guinesi, filha do seu Bruno,
sapateiro – Ai sim, era aula prática , três aulas depois eu já sabia tocar
alguma coisa e seis meses depois ela me encaminhou ao seu irmão o grande
violonista e pouco lembrando nos jornais da cidade, Milton Guinesi, além de um
brilhante músico era um professor maravilhoso e 3 meses com ele eu já estava
tocando muitas músicas e havia aprendido a tirar músicas de ouvido. Ali fiquei
mais próximo do filho dele o Luis Guinesi, já tinha visto ele tocar violão na
casa da tia Zizinha. Isso mesmo, violão ele ainda não era baterista, ainda, ainda.
Era comum a gente se reunir em frente a caixa econômica, na rua Francisco
Glicério e ficar tocando de noite, jogando bola, brincando de pique, queimada, tec... . Nosso repertório devia ter umas 5 músicas. Ali
na rua brincávamos até tarde, ou até quando algum vizinho reclamasse do
barulho. Aquele quarteirão era uma festa
todas as noites...
Milton Guinesi -Pouco lembrado nos jornais da cidade - os colunistas mal sabem o tanto de músicos que este MÚSICO formou na cidade de Itapira. Ainda está em tempo do reconhecimento.
Eu morava perto da praça da
cidade, Itapira. Minha rua se chamava , Embaixador Pedro de Toledo, mas era
conhecida pela rua do pescador. Minha casa
ficava no meio da quadra . Se eu quisesse ir até a praça no bar Central ou na
igreja era preciso subir uma rua e duas quadras depois eu estava na praça com sua igreja matriz. Eu vi a igreja antiga ser demolida e virar
matriz, preferia a antiga. Ah, ali perto tinha um coreto , aqueles coretos de
cidade pequena, mas mudaram também , fizeram um moderno, e eu gostava mais do antigo. Tinha uma fonte,
é, uma fonte luminosa, linda, de noite
era uma atração e tanto. Esta fonte não substituiram por uma nova, destruíram-na. Algum político
que deve ter levado o fora de uma namorada quando jovem na frente da fonte,
deve ter mandado destruir pra se vingar.
Quando eu tinha uns 10 ou 11 anos durante um período , a cada vez que eu subia por aquela rua destino à
praça eu chegava lá em cima com o coração mais acelerado do que normalmente
deveria estar, perna bamba , mas suspirando; era o primeiro sintoma de paixão-
E na única chance que eu tive em dizer,
vamos namorar , ela passou mal em uma festa durante um almoço de ano novo e a minha chance gorou. Será que ela teria dito sim?
Esse sim, foi sincero, se vai pedir dinheiro pra beber, assume :)) É muito comum encontrar pessoas pelas ruas do EUA com cartazes assim- Esse foi em Las Vegas e não foi incomodado pelas autoridades, pelo menos nesse dia. Essa foto me custou uns cents. hehehe
Quando será !! Quando será que os políticos sérios terão a coragem de acabar com os maus políticos? Que isso!!??!! Daqui a pouco será tudo farinha do mesmo saco! QUE SACO!!!!
Num dos posts abaixo * VIAJAR* eu perdi uma câmera de vídeo , ops, perdi não, o maldito motorista do táxi Jaime Vargas me ROUBOU! Nesse outro caso de viagem aconteceu um fato que começou desagradável e 15 minutos depois passou pra agradável. Em uma viagem de 35 dias pela Europa, quando se chega nos últimos dias dela, fica uma sensação mista de pena que está acabando e que bom, vou dormir na minha cama. Vou ter mais portas em casa, corredor, cozinha, coisa que a gente não desfruta em hotel. Bem, nessa viagem o último dia era Paris , 23.40 seria o vôo, o check-in até 3 horas antes , limite mínimo 1 hora e 20- Chegamos com 1 hora e quarenta e para nossa surpresa , estávamos em um OVERBOOKING . Isso significava que mesmo com nossas passagens marcadas, assentos marcados, ficaríamos de fora do vôo. Bom, no guichê a fila era de estressados, exaltados, pessoas gritando, chorando. Muitos tinham compromisso no dia seguinte e não podiam perder o vôo, muitos queriam a todo custo voltar pra casa. Chega nossa vez no guichê, eu ainda estava atordoado com a notícia, porque eu estava preparado pra voltar pra casa, daí vem na cabeça, será um aviso, o avião vai cair? Etc... e etc... Na fila podia se ouvir todas as línguas, parecia uma multidão discutindo. Eu já nem pensava mais em português, porque também tem um agravante nessas viagens , ex: Itália 10 dias ouvindo italiano o tempo todo , depois França mais 15 dias , dá-lhe francês e por fim 10 dias falando e ouvindo inglês, chega uma hora que vc ouve inglês, pensa em italiano, traduz pro francês e fala em português e foi assim. A recepcionista explica em inglês em um guichê francês; olha, aconteceu isso, isso, isso e vocês não poderão embarcar. Mas como, e esse meu lugar aqui na passagem? Vocês venderam pra outra pessoa? É o seguinte para compensar todo esse transtorno, a Air- France tem essa proposta pra vocês: Vocês embarcam amanhã no mesmo horário e ela paga estadia , comida aqui em Paris e mais 800 euros pra cada passageiro ou uma passagem ida e volta , Brasil, Paris, pra ser usada no período de 1 ano. Aceitam? Olhamos um pro outro e : CLARO! Fomos pro hotel ao lado do aeroporto, descansamos e no dia seguinte embarcamos com 800 euros cada um a mais na conta. Tem gente que perde vôo, a gente ganhou...
Eu sempre fui bom aluno, mas quando se ganha uma guitarra, parece que o QI baixa e a música sobe. Em 1966 eu fiquei pra recuperação em matemática, ou seja, época especial como era chamada. Tive aulas particulares dessa matéria. Não gostava muito de ir à aulas, até um dia olhar do outro lado da avenida e ver a garota pra quem essas palavras simples foram escritas. Depois dessa visão era um prazer ir à aula que pra mim podia ter de segunda a segunda. E foi assim.
A primeira letra que escrevi dedicada a uma garota, ou as primeiras palavras que rimei foram essas .Usando escondido a máquina de escrever do pai de um grande amigo meu. Escondido , pois ele não gostava que nós, cuidadosos pré- adolescentes detonássemos com a fita , preta e vermelha que fazia a maior sujeira. Há pouco tempo achei o poema e scaneei . Observem a cor do papel. Isso foi escrito em 1966 - Meus últimos anos na minha cidade natal/Itapira. Como é dificil deixar pra trás um monte de coisas, recordaçoes, amigos,ex- namorada, músicas tudo isso quando se tem 14 anos. Esse documento histórico até gerou gozação de tios e primos, quando por acaso esqueci no bolso de uma calça e eles acharam e leram a dedicatória. As, vezes parentes são chatos nesse aspecto, bom águas passadas não movem moinho.
SE VOCE ME DESSE BOLA
Se você me desse bola Eu seria no recreio o garoto mais feliz da escola. Iria gritando até a cantina me vê uma coca cola
Ate ter dor no queixo e na boca De tanto rir de alegria Ia ser bacana namorar você mesmo que apenas por um dia.
Serei o melhor aluno da escola Se você der essa bola pra mim Pra provar que digo a verdade Te mostrarei meu boletim
Olhe minhas notas baixas por falta de você comigo Se estiver do meu ladinho Serei o melhor aluno vai ver como consigo.
Viajar é sempre muito bom. Eu gosto de viajar desde que o tempo de estadia seja proporcional à distãncia. Ex: SP/Bertioga 1 hora de estrada, mínimo 3 a 4 dias- Europa 13 hs/ minimo 25 dias / EUA= 10 hs / 18 dias e foi assim minha penúltima viagem - Sempre relutei em ir aos EUA, acho que não tem nada a ver comigo, a não ser para o consumo de tecnologia (que agora percebi que é melhor comprar tudo pela NET) vide: http://www.ebay.com . Pois, é fui para Orlando, Disney, belos resorts, sol de 30 graus, muita gente gorda, bem gorda não, muita gente obesa, com seus 150 quilos pra cima, pai mãe e filho-fast food, e dá-lhe nuggets de frango e uma salada sem gosto, mas enfim a gente tem que se alimentar. E aqueles copos enormes de refrigerante com gosto de terra, Sprite, fanta, coca zero , ufa!! Ah, e tudo tem refil. Eu com meus 1.80 e 83 quilos, nunca consegui beber aquele copão todo, imagine então o refil! A viagem foi show- Nova York é linda de noite e lotada de gente de dia, excuse me, sorry, excuse, sorry - Vi Rei leão na Broadway, nesse quesito eles ganham do Brasil, produção, mas perdem na comida, na bebida, nas mulheres e vai por aí. Tb não temos aquele monte de armênios com suas lojas de produtos eletrônicos entupindo as vitrines e cobrando o olho da cara e enganando turistas. Começa assim :
Qto custa, ops, how much? Where you from? Brasil. Brasil? Oh, Brasil, lindo , San Paolo?
Sim São Paulo- Nice City- Daí vai oferecendo o produto que custa $ 300 com as taxas e qdo vc diz não o preço vai caindo até $ 150 em um produto que não vale $ 70 – Ah, e se você compra uma TV colorida, leva , e em casa nota que foi enganado, a tv é preto e branco, nessas alturas você se &_*@!$(*_ porque eles não devolvem o dinheiro, e só trocam por outra mercadoria que é a mesma*&@_!&&$*&_@$ e você sai (*@*@$*(+@ da loja- Graças a Deus não aconteceu comigo, mas presenciei uma cena assim com um boliviano ou chileno, ou quem sabe uruguaio ou paraguaio. NY estava fria durante os 5 dias que estivemos por lá entre 10 e 12 graus. O hotel era super bem localizado 41 com a Time Square, ou 7 avenue no coração dos teatros, no buxixo – O quarto era pequeno , mas como é apenas pra dormir , desde que seja limpo e confortável, valia- No último dia fomos ver a estátua da liberdade que eu achava que era branca, mas é verde – uma fila de 2 horas pra pegar o barco que leva a gente até a ilha , um passeio pelas águas de 20 minutos e se chega na estátua- fiquei meio frustrado, achei que ela era maior que a torre de Pisa, mas acho que não é, mas valeu conhecê-la e dizer um oi , tirar umas fotos, fazer uns takes . Agora chega a parte chata, pedi a recepção do hotel que nos chamasse um táxi, pois era sexta, horário do rush e pra conseguir um yellow cab vazio só se o carro estiver quebrado, e tb julguei que um táxi de confiança do hotel nos levaria com mais segurança ao aeroporto e evitaríamos pegar um motorista chinês de mal humor, pq isso lá ta cheio e andar de táxi em NY não é caro. Pois, é , chega uma Van com toda estrutura, preta, vidros insulfimado, sem aquela lanterna em cima *TÁXI* A empresa trabalhava com o hotel a mais de 20 anos –
Deborah Car Services Inc.3602 19th AvenueLong Island City, NY 11105Tel: 718-726-0600
E lá vamos nós para o aeroporto, uns 40 minutos de viagem, ao custo de $ 65 , preço fechado, em um táxi comum sairia em torno de $ 45, mas, segurança não tem preço. Chegamos ao aeroporto, descarregamos as malas e o táxi saiu. Ele estava a uns 100 metros eu notei que minha filmadora (veja imagem) ela estava assim mesmo, no tripé.
havia ficado no táxi, corri, mas não consegui alcançá-lo – Dois minutos depois eu estava falando pelo telefone com o hotel comunicando o fato. A recepcionista pediu que eu retornasse a ligação em 5 minutos que ela iria falar com o motorista via celular. Nem esperei os 5 minutos, 3 minutos depois eu liguei e o motorista disse a ela que: não havia nada no carro e que eu devia ter deixado a filmadora cair no chão aeroporto. Essa filmadora discretíssima no tripé- Conclusão fui roubado! Fiz ocorrência no aeroporto, mas teria que ir com a polícia até Manhatann, daí eu perderia o vôo - E o que mais dói são os 90 minutos de filmagem de NY que estavam na filmadora. Depois nós somos 3º mundo!!! O nome do motorista Jaime Vargas!!!!
Se você quiser comprar produtos eletrônicos, fuja desses picaretas de lodjinhas.
Abaixo links de lojas confiáveis- BH Photos , fica na 34, entre a 7º e 8ºavenidas BH PHOTOS/ J&R Computers A J&R eu não sei direito, mas se não me engano é próximo a Wall Street
Quando será que os teatros irão respeitar os compositores-colocando um som decente - se não decente, razoável com as ligações de caixas do jeito que tem que ser. A mesa de som com os knobs em ordem- as entradas e saídas com os contatos intactos. Os aparelhos de CDs ou DVDs lendo os CDs sem falhar... Será que um dia isso ocorrerá? Ah, e a trilha sonora não ser considerada apenas fundo musical e blá, blá, blá, blá, blá...